Cuidando de Pessoas, Reconstruindo Histórias
Seis casas terapêuticas de acolhimento, cuidado e cidadania para homens, mulheres, travestis e transexuais — 180 vagas de tratamento e passagem por município. Um projeto integrado de parceria público-privada dedicado à transformação de vidas.
01 — Apresentação
O Projeto Comunidades Urbanas — Travessias Plurais, vinculado ao Instituto Saber Incluir (organização sem fins lucrativos), é uma iniciativa de Parceria Público-Privada dedicada à transformação de vidas por meio de programas de acolhimento, tratamento integral e reinserção social.
Voltado a pessoas adultas em situação de vulnerabilidade social com dependência química — homens, mulheres, travestis e transexuais — oferece programa terapêutico de 9 meses + 3 meses de acompanhamento pós-alta, articulando saúde, educação, cultura, esporte, lazer, assistência social, ensino técnico-profissionalizante, geração de emprego e renda, associativismo e cooperativismo.
Nosso propósito é promover cidadania, dignidade e oportunidades reais de mudança de vida, combatendo a exclusão social com olhar interseccional e afirmativo.
Tratamento residencial humanizado com Plano Terapêutico Individualizado para cada acolhido(a).
Reintegração familiar, comunitária e profissional com acompanhamento pós-alta por 3 meses.
Respeito ao nome social, diversidade de gênero e atenção às vulnerabilidades específicas de cada grupo.
Formação cidadã, qualificação profissional, geração de renda e cooperativismo para autonomia real.
Contexto — Rio Grande do Sul
Fontes: OBPopRua/UFMG — Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a Pop. em Situação de Rua (out/2025) • I Censo RS de Pop. em Situação de Rua (SJCDH/RS, 2023) • IPEA — Estimativa da Pop. em Situação de Rua no Brasil (2022) • SMDHC Porto Alegre (2023) • OBPopRua/UFMG, Agência Brasil (abr/2025)
02 — Estrutura
O modelo prevê três casas de tratamento integral (90 vagas) e três casas de passagem/transição (90 vagas), atendendo homens, mulheres e pessoas trans/travestis em espaços separados, seguros e especializados.
30 acolhidos • 9 meses de PTI
30 acolhidas • 9 meses de PTI
30 acolhidos(as) • 9 meses de PTI
30 vagas • até 6 meses
30 vagas • até 6 meses
30 vagas • até 6 meses
04 — Metodologia
Adaptação ao ambiente terapêutico, avaliação multiprofissional, início das atividades terapêuticas e educacionais, envolvimento familiar.
Reavaliação global, primeiras visitas familiares supervisionadas e introdução de ações externas planejadas.
Intensificação dos cursos profissionalizantes, planejamento da reinserção social/profissional, ações comunitárias e voluntariado.
Plano de vida pós-tratamento, encaminhamento para casa de passagem, inserção profissional e acompanhamento por 3 meses.
Cada acolhido(a) tem um plano específico, elaborado por equipe multiprofissional e atualizado periodicamente conforme seu progresso.
Prevenção à recaída, empoderamento, cidadania, sexualidade, autocuidado, reuniões NA/AA e grupos de mútua ajuda.
Reuniões mensais com familiares (modelo Amor-Exigente), abordagem sistêmica e construção de redes comunitárias de suporte.
05 — Políticas Públicas
O projeto articula políticas federais, estaduais e municipais, otimizando recursos e ampliando o impacto social sem duplicidade de gastos.
05 — Equipe Multiprofissional
Cada uma das 6 casas conta com equipe técnica e operacional dedicada. A estrutura administrativa é compartilhada entre as casas.
Por casa — escala semanal/quinzenal
Por casa — tempo integral
Por casa — escalas variadas
Compartilhado entre as 6 casas
🏢 Estrutura Administrativa Compartilhada (6 casas)
07 — Parcerias Estratégicas
Turmas exclusivas ou reservas de vagas em cursos profissionalizantes. Oficinas itinerantes com unidades móveis. Certificação técnica reconhecida.
Ações conjuntas de esportes, cultura, lazer, cidadania e saúde. Oficinas de teatro, música, artesanato. Torneios esportivos inclusivos.
Oficinas de empreendedorismo social e capacitação para MEIs. Mentoria e apoio para geração de renda alternativa.
Panificação, costura industrial, marcenaria, jardinagem, reciclagem, serviços de limpeza e hortas urbanas. Apoio do SESCOOP, OCERGS e SENAES.
Formação de associações de familiares, egressos e apoiadores. Mobilização social, captação, advocacy e governança participativa.
Crediamigo, Agroamigo, Banco do Povo RS, Cresol, Sicredi. MPO com taxas reduzidas para egressos e MEIs.
Vagas afirmativas, Jovem Aprendiz, contratos com egressos, mentoria voluntária, feiras de empregabilidade.
Itaú Social, Fundação Tide Setubal, Instituto Unibanco, Fundação BB, BNDES Social, Instituto C&A.
USAID, GIZ, UNODC, ONU Mulheres, PNUD, União Europeia — projetos LGBT+ e dependência química.
UFPel, URCAMP, UNIPAMPA — estágios supervisionados, projetos de extensão, pesquisa avaliativa e oficinas especializadas.
08 — Cultura, Esporte e Lazer
Oficinas, esporte, lazer, cultura e ensino técnico como ferramentas terapêuticas de reinserção e autonomia — para homens, mulheres, trans e travestis.
09 — Monitoramento e Avaliação
Taxa de conclusão do programa de 9 meses
Redução de recaídas em 6 e 12 meses pós-alta
Inserção profissional (CLT, MEI, cooperativa)
Inserção escolar (EJA / curso técnico)
Reforço de vínculos familiares
Acesso a moradia e direitos sociais
10 — Impacto Social Esperado
Queda sustentada no uso de drogas com acompanhamento pós-alta por 3 meses e reinserção em rede de apoio.
EJA, alfabetização, cursos técnicos e certificação profissional para todos(as), incluindo ensino técnico para trans e travestis.
Inserção no mercado formal, cooperativas de egressos, MEI e empreendedorismo com apoio do SEBRAE e SENAI.
Acesso a moradia, documentação, saúde, cultura, lazer e direitos plenos — para todos, independente de gênero ou identidade.
Reencontro e fortalecimento de vínculos familiares com apoio sistemático durante todo o programa (modelo Amor-Exigente).
Modelo replicável para qualquer município do Brasil, gerando impacto social positivo e redução da população em situação de rua.
"João, 35 anos, viveu em situação de rua por 7 anos. Após ingressar no projeto, recebeu tratamento terapêutico integral, concluiu o ensino fundamental via EJA, fez um curso de marcenaria pelo SENAI e conseguiu seu primeiro emprego formal. Hoje integra uma cooperativa de egressos e está em processo de autonomia plena."— Exemplo ilustrativo (caso fictício) • Instituto Saber Incluir
11 — Certificação e Sustentabilidade
O Instituto Saber Incluir está em processo de obtenção do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), que amplia a capacidade institucional e os benefícios para a operação do projeto.
Princípios institucionais (Art. 4º do Estatuto)
Toda pessoa em situação de rua merece uma segunda chance. Junte-se ao Instituto Saber Incluir e ao Projeto Comunidades Urbanas — Travessias Plurais. Seja parceiro, apoiador, voluntário ou patrocinador desse modelo de transformação social replicável em todo o Brasil.
Chave PIX — CNPJ
66.040.876./0001-70
Instituto Saber Incluir
contato@institutosaberincluir.org.br • www.institutosaberincluir.org.br
📸 @institutosaberincluir.org.br